01/09/2013

Investigação aponta Marcelo Pesseghini como autor de chacina, mas família não acredita


Tio nega brigas entre casal de PMs e comportamento violento do sobrinho


Tio de Marcelo duvida que o garoto dirigisse e atirasse tão bem




Prestes a ser concluída, a investigação da morte da família Pesseghini, na Brasilândia, zona norte de São Paulo, aponta o garoto Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, como autor da chacina, mas a família ainda não acredita nessa versão.

Sebastião de Oliveira, tio de Andreia Bovo Pesseghini, e irmão de Benedita Oliveira Bovo e de Bernadete Oliveira da Silva, diz que a família não tem sossego desde a tragédia e sofre com o que falam de Marcelo.

— Tudo isso que estão falando, é a família que está sofrendo. Ver uma pessoa chegar e falar “aquele menino fez isso, aquele menino fez aquilo”, ou que o menino prometeu matar pai e mãe... [sic]

O tio nega as brigas entre o casal Andréia e Luís Marcelo Pesseghini e garante que a relação dos pais com o adolescente Marcelo não condiz com o que os depoimentos têm mostrado.

— O pai falou com um policial que o filho ia matar. Isso aí, nem um retardado falaria uma coisa dessas. Falar do próprio filho, que o filho vai matar a mãe.

Ao contrário do que a polícia afirma, ele também tem dúvidas de que o menino atirava e dirigia bem.

— Como família, nós sim podemos falar o que achamos da criança. Nós temos certeza de que essa criança não era capaz de fazer isso. Ele também questiona algumas declarações que foram atribuídas a ele nos depoimentos.

Segundo a polícia, em uma reunião familiar na casa onde os crimes foram cometidos, o garoto teria pego uma arma de verdade e apontado para as pessoas, como se estivesse brincando de atirar. Sebastião admite que comentou isso no depoimento, mas não da forma como vazou para a imprensa.

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